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sexta-feira, 15 de julho de 2011

Dia do Homem

Criação da data foi proposta por um médico com o objetivo de alertar os homens para questões relacionadas à saúde.
Que no dia 08 de março se comemora o Dia Internacional da Mulher, todo mundo sabe. Mas e quanto ao Dia do Homem?
Pouca gente sabe e não se vêem grandes comemorações por aí, mas eles também têm um dia em que são lembrados. No Brasil, é nesta sexta-feira, 15 de julho. Mundialmente, a data comemorativa é 19 de novembro, tendo inclusive o apoio da Organização das Nações Unidas – ONU.
A criação da data foi proposta em 1999, pelo médico Jerome Teelucksingh, de Trinidad e Tobago, com o objetivo de alertar os homens para questões relacionadas à saúde. No Brasil, foi justamente a partir da década de 90 que os estudos sobre masculinidade ganharam força. Com as conquistas obtidas pelas mulheres e os questionamentos levantados pelo movimento feminista, os homens começaram a ter que repensar o papel que ocupariam na sociedade.
Ainda hoje são consideráveis as diferenças entre os dois gêneros, que não abandonam as brincadeiras e implicâncias. Para a doutora em História e feminista de carteirinha Suely Gomes Costa, entre essas diferenças, uma das coisas que mais chamam a atenção é o cuidado feminino com a família.
“Quando uma mulher sai, mesmo que seja para passear, e ela sabe de um determinado vinho que o marido gosta ou de um remédio que o pai toma, por exemplo, (…) você vai ver essa mulher voltando para casa cheia de sacolas com coisas para a família. Este não é um comportamento que se nota entre os homens”, observa. “A mulher assume naturalmente para si uma postura de mártir no cuidado com a família e, com o tempo, começa a se manifestar contra isso”, afirma a historiadora.

Feminista apóia a data

Suely é uma das fundadoras do Núcleo de Pesquisas em História Cultural da Universidade Federal Fluminense – NUPECH UFF e estudiosa na área de cultura e gênero. Ela conta que entrou para o movimento feminista nos anos 80, depois de ficar desempregada e de seu casamento ter entrado em crise por causa da dependência que passou a ter de seu companheiro.
“Por eu não estar trabalhando, a dominação que ele exercia sobre mim passou a ser muito maior e eu comecei a me dar conta disso”, lembra. “Antes de isso começar a me afetar, eu me sentia amada pelo meu marido, querer uma presença maior minha dentro de casa e cobrar que eu trabalhasse menos. Todo o discurso feminista soava como um chororô”.
É um equívoco, no entanto, quem ainda pensa que as feministas são só aquelas que pregam a imagem do homem dominador e da mulher como vítima. Segundo Suely, uma vez que a mulher começou a reafirmar seus direitos, passou a ocupar também a posição de dominadora, sem se notar como tal. Ela destaca ainda o papel que a mulher tem na dominação que sofre. “Somos também parte do processo de dominação, ou porque concordamos ou porque não tomamos nenhuma atitude para mudar a situação”.
A historiadora aprova a data comemorativa e reafirma a necessidade de os homens pensarem nos problemas que os afetam dentro da sociedade. “Acho qualquer iniciativa que sirva para alertar para as problemáticas dos homens, louvável”.
Informações de Jornal do Brasil

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Férias

As férias são um período de descanso periódico de uma atividade constante, geralmente trabalho ou aulas e maior que um fim de s. O período de férias varia de acordo com a legislação de cada país.


Férias designa o período de descanso a que têm direito empregados, servidores públicos, estudantes etc., depois de passado um ano ou um semestre de trabalho ou de atividades. Provém do latim 'feria, -ae', singular de 'feriae, -arum', que significava, entre os romanos, o dia em que não se trabalhava por prescrição religiosa.




A palavra latina encontra-se também na denominação dos dias da semana do calendário elaborado pelo imperador romano Constantino, no século III d.C., que os santificou com o nome de 'feria' e o sentido de comemoração religiosa: 'Prima feria, Secunda feria, Tertia feria, Quarta feria, Quinta feria, Sexta feria e Septima feria'. No século IV, ainda por influência da Igreja, 'prima feria' foi substituído por 'Dominicus dies'(dia do Senhor) e 'septima feria' transformou-se em 'sabbatu', dia em que os primeiros judeus cristãos se reuniam para orar. A língua portuguesa foi a única a manter a palavra 'feira' nos nomes dos dias de semana.


Ahhhhhhh tá...blá...blá...blá




A questão é:




Faça o que quiser desde que isso Te faça feliz, que te permita sorrir e ou ainda curtir o naaaaaada...srsrrs Há momentos que "nada" é tudo!!!



 



Poste abaixo sua definição e ou sugestão de férias.






sábado, 9 de julho de 2011

Festa do Morango-São Vicente..."Selvageria" entre Famílias

14ª Festa do Morango no Itararé- São Vicente-SP, muito frio, comida boa pra todos os gostos e, inúmeras variações para o dono da festa: morango.

Entre os brinquedos espalhados pela arena, o tão conhecido tiro ao alvo que premia o jogador a uma pelúcia grande.Estávamos meu marido, eu e minha filha de apenas 3 anos sentados numa das tendas de lanche que ladeava um brinquedo e a barraca do tiro.
Então começa o fim da noite em família...para algumas famílias, inclusive a minha!
Um casal também com seu filho de 8 anos aproximadamente, se arriscou na tal barraca do tiro.Acontece que o improvável aconteceu e eles ganharam.O prêmio que deveria ser uma das pelúcias expostas deu lugar a um aparentemente usado e visivelmente rasgado no pescoço.O debate começou...a mãe da criança que segurava o boneco reclamava não ser aquele o prêmio devido, enquanto uma atendente de 35..38 anos aproximadamente; recusava-se a atender os apelos da cliente.Esta foi pouco a pouco se exaltando e, chamou a atenção de um homem (voz ativa entre os funcionários das diversas tendas) de não mais de quarenta anos que veio questionar a atitude da cliente que passou a gritar e mostrar a todos ao redor o que estava acontecendo, inclusive o péssimo estado da prenda.Uma senhora de aproximadamente 55...60 anos saiu de dentro da barraca de tiro e tentou interpelar a cliente e de repente, pasmem...esta senhora de cabelos brancos de no máximo 1,65m de altura, proferiu um soco na cara da moça que caiu frente ao filho e ao cair foi atacada por pelo menos 3 chutes nas pernas e abdome.O marido que tentou socorrer foi agredido pelo homem que parecia ser o gerente entre os funcionários e muitas das crianças que de muito próximo acompanharam toda a fatídica cena; se assustaram.Os adultos gritavam pela polícia e esta custou muito a chegar.Com a ajuda da população a moça se levantou, já machucada e foi levada a uma certa distância dos agressores.Rapidamente pessoas ligadas aos funcionários envolvidos ( outros funcionários) chegaram para a defesa dos colegas.
Quando enfimmmm dois policiais chegaram, bastante tempo depois que aquele menino, aquele de 8 anos que se inicialmente se divertia com os pais; agora presenciava seus pais os mesmos sendo absurdamente agredidos, abraçado com o boneco avariado.
Os policiais escutaram os funcionários, que agora eram a maioria absoluta; escutaram a coitada já com a cara marcada pelo soco da nada frágil senhora "idosa" e, pasmem pela 2ª vez...nada além fizeram!Ninguém foi levado, a moça agredida que insistia num boletim de ocorrência foi na companhia dos referidos policiais até a saída da arena.Os funcionários com sorrisos largos apertaram as mãos dos policiais que, ao que tudo indica deram o fato por encerrado.O passeio em família acabou ali pra muita gente...inclusive para Nós.Saímos logo atrás do casal atacado, não sem antes observar que nem o boneco rasgado eles carregavam consigo mais e a criança de 8 anos assustada caminhava entre lágrimas agarrado com seus pais envergonhados com tudo que se deu.
Selvageriaaaaaaaa...não há outra classificação para tudo que infelizmente presenciamos!!!
Vergonha...

terça-feira, 5 de julho de 2011

Boa Noite...

"Aos que de alguma forma, vendem sonhos, por meio de sua inteligência, crítica, sensibilidade, generosidade, amabilidade. Os vendedores de sonhos, são freqüentemente estranhos no ninho social. São anormais. Pois o normal é chafurdar na lama do individualismo, do egocentrismo, do personalismo. Aos que acreditam em sonhos, o seu legado será inesquecível."

Boa Noite a Todos, tenham lindos sonhos e que, ao despertar, estes passem de sonhos a projetos reais!
Estou feliz porque tenho a chance de fazer o que gosto, tanto quanto acredito nas pessoas e em suas adversidades; condição que o tempo me ensinou a respeitar.Somos diferentes sim e gosto disso!!Por vezes comemoro o fato que em outras eu sigo como referência para minha evolução pessoal...a verdade bruta é que eu gosto de "Gente" e, isso faz quase tudo possível na minha vida!!!
Obrigada pelo carinho de cada um que aqui, compartilha aspirações e anseios de vida assim como eu...
Que venha "O amanhã"...BONS FLUIDOS (é o que tem pra hoje...rsrsrrs)!!!

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Preso poderá reduzir um dia da pena a cada 12 horas de estudo


Antes, a lei só beneficiava os detentos que trabalhassem durante o cumprimento da pena
O preso que estudar também poderá reduzir o tempo de pena. É o que prevê a mudança na Lei de Execução Penal publicada nesta quinta-feira (30), no Diário Oficial da União. Antes, a lei permitia a redução da pena apenas para os detentos que trabalham.
Para ser beneficiado, o preso deverá cumprir uma carga horária mínima de 12 horas de estudo, divididas em três dias (quatro horas por dia), no mínimo: “atividade de ensino fundamental, médio, inclusive profissionalizante, ou superior, ou ainda de requalificação profissional."

A nova regra vale para presos em regime fechado ou semiaberto e as atividades poderão ser presenciais ou a distância.

Também será possível acumular horas de estudo e trabalho, desde que os dois sejam compatíveis. Hoje, o detento consegue reduzir um dia da pena a cada três de trabalho.

Caso cometa uma infração na prisão, o condenado perderá um terço da redução que já conquistou. O preso também poderá se beneficiar de um bônus de um terço no tempo de estudo “no caso de conclusão do ensino fundamental, médio ou superior durante o cumprimento da pena”.

domingo, 26 de junho de 2011

Sinais de uma Geração Mutante....


Meninas usam hormônios para 

retardar a menstruação e crescer mais 


Pelos, espinhas, aumento dos seios, suor e calcificação dos ossos. Após a primeira menstruação, as meninas precisam se acostumar com as modificações que o corpo sofre. No entanto, algumas delas utilizam hormônios para retardar este processo, principalmente para poder crescer um pouco mais.


Gabriela*, de 18 anos, percebeu logo no início da puberdade que não iria crescer muito. Filha de pais baixos – com cerca de 1,60cm de altura – a expectativa era de que ela crescesse apenas até 1,50cm. “Não era isso o que eu queria, então fui atrás de ajuda médica”, disse a jovem.


“Meus pais não gostaram muito, mas o ginecologista os deixou mais calmos”, afirmou. Segundo o presidente da Febrasgo (Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia), Nilson Roberto de Melo, a prescrição de hormônios para o retardamento da primeira menstruação é indicada em casos deste tipo.


“Os hormônios prescritos para adolescentes retardarem o processo de puberdade fazem com que os ossos tenham um pouco mais de tempo para crescer. Assim, é comum que sejam indicados medicamentos para que o corpo espere mais um pouco”, disse o especialista. Segundo ele, o remédio chega à hipófise (glândula que produz os hormônios) e faz com que a primeira menstruação seja protelada, ou seja, adiada.


Gabriela começou o tratamento com 11 anos. Hoje, com 18, ela possui 1,58cm, oito centímetros a mais do que o esperado. “Não podemos esquecer que o fator genético é predominante. Não é tomando hormônios que a jovem poderá chegar a ter 1,80cm”, explicou Melo.


Vaidade


Mas e quando o assunto é vaidade? Algumas meninas procuram os consultórios com a intenção de ganhar altura sem necessidade. “Nestes casos é preciso que os pais avaliem bem. Como médico, acredito que os hormônios devem ser indicados quando há um problema. Caso contrário, sou contra”, disse o presidente da Febrasgo.


Segundo Melo, não existem estudos de contraindicação do método, “mas é bom lembrar que o tratamento não é barato”. Além disso, “as adolescentes precisam estar com receita médica para receber a medicação, que consiste em uma injeção debaixo da pele”.


Embora seja um processo demorado e que demande um alto custo, Gabriela diz estar satisfeita: “Não ouço mais brincadeirinhas de mau gosto e sinto que meu peso está melhor distribuído. Estou feliz com o resultado”, afirmou.


*O sobrenome da personagem não foi divulgado para preservar sua identidade.

Gabriela começou o tratamento com 11 anos. Hoje, com 18, ela possui 1,58cm, oito centímetros a mais que o esperado

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Santos, Santos, Santos: tri na Libertadores, que o Brasil venceu 14 vezes


A conquista do Santos na noite gloriosa desta quarta-feira não poderia ter acontecido em melhor momento.


Foi a reafirmação da grandiosidade do futebol brasileiro quando o assunto é bola rolando, dribles, chapéus, gols, emoções enfim.


Os ingleses acabam de proclamar para o mundo que o “o futebol do Brasil morreu”.


Misturam a maldita e corrupta política com a bola correndo solta pelos gramados do mundo.


As dificuldades e mesmo os conchavos políticos que marcam os trabalhos em torno da organização da próxima Copa nada tem com a pujança do futebol pátrio nos gramados.


Este é grandioso e intocável.
O futebol do Brasil está vivo, mais vivo do que nunca e provou isso na noite de ontem num cenário místico que engloba algumas das passagens mais gloriosas de sua existência que deveria ser sempre escrita com letras de ouro.


Assim como o Maracanã mereceu um Santos campeão do mundo lá no passado o Pacaembu merecia esse privilégio de ver a redenção do nosso futebol quando lá de longe nos estão malhando.


Malhando, mas levantando sacos de ouro para tentar arrancar daqui nossas novas estrelas.


Sim porque no futebol brasileiro as estrelas, qual Vésper brilhante, nascem ao cair de cada noite gloriosa.


Deixemos os políticos que destroem as coisas belas do futebol e aproveitemos o momento para nos embriagar com a vitória que mostra quem é quem de verdade.


Falemos um pouco do jogo nervoso, brigado, com lances geniais em alguns momentos (e todos eles do Santos) e que sem ser um primor de espetáculo técnico teve os ingredientes das grandes decisões.


Onde houve até a batalha campal ao final e de onde os atletas santistas se safaram já que seu negócio era jogar bola e ganhar a Libertadores.


Se houve realmente uma invasão e um estopim deflagrado por um torcedor brasileiro que sirva de advertência para o país que vai sediar uma Copa do Mundo dentro de 3 anos.


Serve também o benefício da dúvida: quando se trata de partidas contra uruguaios e o travo amargo da derrota é por eles sentida a assimilação tem sempre detalhes muito torpes.


Fico imaginando o que teria acontecido se o Brasil é que houvesse vencido o mundial de 1950 e se o jogo fosse diante do Uruguai e em Montevidéu.


Alguém imagina que público e jogadores locais baixariam a cabeça e deixariam o campo chorando a tristeza da derrota?


Os uruguaios iriam convocar José Artigas, seu grande herói nacional e se multiplicariam em Obdúlios Varelas, mas estendendo a mão e cumprimentando o adversário é que não sairiam.


É só recordar os 3x1 do Brasil no Sulamericano de 1959 e que mesmo sendo em Buenos Aires virou batalha campal pelos uruguaios não suportarem a derrota.


O jogo de ontem poderia ter sido uma goleada se contabilizadas as chances desperdiçadas pelo nervosismo santista nos instantes decisivos.


Já começou nervoso desde os 3 segundos antes das 22 horas quando o argentino Sérgio Pezzotta deu a ordem para a bola rolar.


O Pacaembu tinha uma assistência de 40 mil e 157 expectadores e se uniam os torcedores inflamados por esse condenável foguetório e a fumaceira que provoca  a essa nova praga dos campos de futebol, as ondas de raios lazer.


Lá estavam também o governador, o prefeito, o Rei do futebol, enfim uma platéia onde se unia de tudo: do bom e do melhor: do mal e do pior.


Futebol é feito dessa amálgama que se transforma numa geléia geral e que não pode ser discriminada ou selecionada.


O JOGO EM SEU DECORRER


Primeiros 10 minutos muito nervosos; o Peñarol marcando com muito acerto e boa determinação tática e o Santos errando passes e concluindo mal.


Mas, concluindo.


Aconteceu duas vezes com Leo e com Durval.
Arouca, que ninguém sabe o porquê de não estar na seleção de Mano Menezes começa errando bastante.


Aos 12 minutos Rafael toma contato pela primeira vez com a bola.


O Peñarol está mais organizado dentro de seu propósito, mas o jogo é do Santos.


Aos 24 os uruguaios já cometeram oito faltas contra apenas uma dos brasileiros.


Elano está errando muito nas tentativas pela direita.


Ganso participa pouco, mas quando o faz a sua marca é sempre brilhante.


Aos 30, Gonzales, um caçador de tornozelos recebe de forma tardia o primeiro amarelo.


Vejo Elano cometendo erros, mas aos 32 cobra uma falta com perfeição e obriga ao goleiro Sosa a prática de uma grande defesa.


Aos 36 minutos o Santos já finalizou seis vezes e o Peñarol apenas uma.


Neymar, que já levou muitas, apresenta a sola de sua chuteira ao seu carrasco Gonzales e este leva a pior e tem que ser substituído.


Neymar recebe o amarelo.


Aos 42 Ganso recebe um soco na nuca, ação condenada até no boxe e o juiz, nem tchum.


A grande chance da primeira etapa acontece aos 43 quando uma linda jogada é trabalhada de Zé Eduardo a Neymar e deste a Leo que perde a maior oportunidade da etapa que vai terminar em 0 x0 em seguida.


Não sai gol no jogo entre esses dois times?


SEGUNDO TEMPO


O gol sai sim e logo na abertura da etapa final.


Uma jogada redentora de Arouca que rompe, gira para a esquerda e rola a Neymar.


O menino não despediça.


Um minuto e meio e o público finalmente pode explodir de emoção e alegria.


GOL DO SANTOS! GOL DE NEYMAR !


Cresce o futebol santista e a partida tem um dono definido: o Santos, velho de bola e de grandes conquistas.


Com uma diferença: agora quem dá bola são os meninos.


Corujo dá uma entrada criminosa em Arouca e tudo fica num pálido amarelo.


Arouca agora é outro. Ou melhor, agora ele é Arouca.


Repete a mesma jogada do gol de Neymar e exatamente com o mesmo só que agora o chute sai raspando o travessão provocando o uhhhhhh da torcida.


Aos 12, Zé Eduardo é amarelado em lance que nem falta aconteceu.


Positivamente o Sr. Sérgio Pezzotta se entende melhor com os que falam espanhol.


Aos 23, GOL DO SANTOS, grande gol de Danilo descendo da direita e chutando de esquerda na complementação de um passe de Elano.


Com 2 X 0 no placar basta uma olhada para a Taça em jogo para sentir que ela está sorrindo e dizendo: “Viva o Santos, viva o Brasil”.


Com 26 minutos o Santos fez 12 finalizações contra 3 do Peñarol.


Um desastre aos 35 minutos.


GOL DO PEÑAROL, gol contra de Durval.


Um gigante na defesa santista foi cortar um cruzamento que veio da direita uruguaia e jogou para dentro.


Estoyanoff ainda completou, mas a bola já tinha entrado.


Infelicidade pura do jogador mais regular em toda a campanha santista nesta Libertadores.


Deu impressão que os uruguaios se animariam e partiriam para o abafa, mas nada disso aconteceu.


Eram jogados 38 minutos quando Ganso perdeu chance que para acreditar só vendo.


Recebeu livre o passe de Neymar a 5 passos diante do goleiro, errou na finalização, a bola ainda saiu para a cabeça de Zé Eduardo que dando sequência à sua tremenda fase de azar cabeceou para fora.


Seria um gol, mas foram duas oportunidades que se ofereceram para consecução do mesmo.


Ganso, aparentemente extenuado sai para entrada de Pará.


São 43 minutos e a alteração de Muricy Ramalho não pode ser para segurar o resultado já que o Santos dá as cartas e joga de mão.


O Peñarol está visivelmente entregue.


E ainda haveria mais: Neymar tira do goleiro e a danada da bola bate no pé da trave e na volta Zé Eduardo (que fase!) pega o rebote e bota para fora.


Não há mais tempo para o terceiro gol e o placar do Pacaembu aponta 2 para o Santos 1 para o Peñarol, placar magro para uma gorda vitória.


Daí em diante acontece a explosão de alegria brasileira e a manifestação de inconformismo uruguaio.


O Santos exorciza sua derrota de 2003 e depois de 48 anos, em seu 100º jogo de Libertadores repete as lendárias conquistas da era Pelé em 1962/63.


O beijo paternal de Muricy Ramalho em Neymar vai correr mundo e mostrar que o futebol brasileiro está mais vivo do que nunca.


O Santos é a prova.


Que se acautele o Barcelona que já provou do veneno brasileiro.


Aquela vez foi o São Paulo, agora será o Santos.


DETALHES TÉCNICOS


SANTOS: Rafael; Danilo, Edu Dracena, Durval e Leo (Alex Sandro).
Adriano, Arouca, Elano e Ganso (Pará). Neymar e Zé Eduardo.


PEÑAROL: Sebastian Sosa; Gonzales (Albin e depois Estoyanoff), Valdez, Rodrigues e Dario Rodrigues. Freitas, Aguiar e Corujo. Mier (Urretavisgoi) Martinuccio e Olivera.


Juiz, Sergio Pezzotta, (argentino) que não coibiu o jogo violento e deixou de marcar duas faltas (reais) perigosas em Neymar julgando simulação.


Público pagante : 37.194 – Público total: 40.157

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Dia da Educação "...a boa educação é a base de uma nação consciente de seus direitos e deveres, que é capaz de construir o melhor para si e seu país, contribuindo para uma sociedade mais justa e com alta qualidade de vida".

Educação - É o conjunto de técnicas e conhecimentos necessários para a transmissão do saber e dos valores essenciais à sociedade.
Ao professor cabe transmitir conhecimentos e estimular o raciocínio lógico e a visão crítica dos estudantes, ajudando-os no desenvolvimento de habilidades para entrar no mercado de trabalho e assumir seu papel de cidadão.
Atua em todos os níveis da educação, do ensino infantil ao superior. Pode lecionar disciplinas específicas nos cursos profissionalizantes, nas classes de alfabetização, de educação especial (para portadores de deficiência) ou para jovens e adultos (antigo supletivo). Pela Lei de Diretrizes e Bases de 1996, todos os professores, de qualquer nível de ensino, devem ter formação superior a partir de 2007. Para lecionar em faculdade, é preciso, ainda, ter pós-graduação.
Hoje em dia é grande a importância dada à educação. O número de analfabetos no país vem caindo a cada ano e praticamente todas as crianças com idade entre 7 e 14 anos estão matriculadas na escola. E também há um esforço para colocar na pré-escola as crianças com menos de seis anos de idade.
Outra preocupação atual é com a repetência. Professores e o Ministério da Educação buscam formas de evitar a repetência dos alunos para que eles não desanimem e acabem abandonando a escola. Mesmo assim, muitas crianças e jovens têm que deixar de estudar porque precisam trabalhar.
A qualidade do ensino também é um ponto importante para se pensar. Pouco adianta completar séries e ganhar um diploma se não aprendermos de verdade. Por tudo isso, estudar com prazer e buscar compreender o mundo através do que aprendemos é uma boa forma de comemorar o Dia da Educação.
Como anda a educação no Brasil?
O IBGE realiza várias pesquisas que levantam dados sobre a educação no Brasil, sendo a maior delas o Censo Demográfico. O último censo foi em 2000 e trouxe informações sobre analfabetismo, anos de estudo, freqüência escolar e redes de ensino, com distribuição de acordo com idade, estados, regiões do Brasil e sexo, entre outros dados.
Outra pesquisa importante, realizada com amostras da população brasileira, é a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios, que apresentou seus mais recentes resultados em 2003. Vamos aproveitar o Dia da Educação para sabermos mais sobre o assunto no Brasil?
Mais brasileiros sabendo ler e escrever
O mundo moderno exige das pessoas uma preparação cada vez melhor para o exercício de suas tarefas. Ler e escrever, além de serem formas de se comunicar com o mundo, são atividades básicas para o desempenho de muitas outras funções.
Sob esse aspecto, a população brasileira vem conseguindo alguns avanços. Segundo a Síntese de Indicadores Sociais 2004, que traz os resultados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios 2003 (PNAD), do IBGE, o crescimento contínuo da taxa de escolarização vem reduzindo o analfabetismo, elevando o nível de instrução da população em todo o país e diminuindo, gradativamente, as grandes diferenças entre as regiões.
A taxa de escolarização dos jovens de 15 a 17 anos, por exemplo, aumentou cerca de 33% nos últimos 10 anos e atingiu, em 2003, 82,4% desses jovens. Não houve grandes variações entre as taxas regionais e a taxa média nacional.
Sobe o nível de instrução da população, cai o analfabetismo
A crescente escolarização vem impulsionando a elevação do nível de instrução da população. Entre 1993 e 2003, o analfabetismo declinou em quase 30% no Brasil. Esse declínio foi mais intenso nas regiões Sul (34,7%), Centro-Oeste (32,1%) e Sudeste (31,3%), principalmente nos estados do Paraná e Santa Catarina (com reduções de 37,6% e 36,7%, (respectivamente), o Distrito Federal (-45,7%) e o Rio de Janeiro (-41%). O Nordeste apresentou um declínio de 27%.
São considerados analfabetos todos aqueles que possuem mais de 15 anos de idade e não sabem ler nem escrever. A diminuição das taxas de analfabetismo no Brasil deve-se ao maior acesso da população carente ao ensino fundamental e aos programas de alfabetização de adultos, como, por exemplo, o Alfabetização Solidária, onde o governo federal atua em parceria com universidades, empresas privadas, prefeituras e comunidades, e o Movimento de Educação de Base, da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil - CNBB.
Meninos e meninas: quem estuda mais?
Segundo a Síntese de Indicadores Sociais 2004, o analfabetismo apresentou maior declínio entre as mulheres (31,7%) do que entre os homens (26,9%).
No grupo das pessoas com mais de 10 anos de idade, ocupadas, as mulheres têm em média um ano de estudo a mais do que os homens (média de anos de estudo iguais a 7,7 e 6,7, respectivamente).
Educação, formando o ser humano
Segundo o Novo Dicionário da Língua Portuguesa, de Aurélio Buarque de Holanda Ferreira, educação é: "processo de desenvolvimento da capacidade física, intelectual ou moral da criança e do ser humano em geral, visando à sua melhor integração individual e social". O processo de educação começa com a família, quando os pais ensinam a seus filhos o que julgam ser certo, como devem se comportar, a respeitar as outras pessoas. Ou seja, é o início da formação da criança, que aos poucos vai sendo preparada para a vida individual e em sociedade.
Num segundo momento, entra em cena a escola. Tem início a etapa da instrução da criança, onde ela vai adquirir conhecimentos referentes a áreas do saber específicas: Língua Portuguesa, Matemática, Geografia, História, entre outras.
Mas o papel da escola na formação do indivíduo não fica restrito a esse tipo de informação. De certa forma, a escola vai dar continuidade ao processo que foi iniciado pela família, educando a criança e o adolescente também para a vida, através da disciplina, das responsabilidades, do estímulo ao exercício da cidadania.
E lembre-se: a boa educação é a base de uma nação consciente de seus direitos e deveres, que é capaz de construir o melhor para si e seu país, contribuindo para uma sociedade mais justa e com alta qualidade de vida.
Quem está na escola vai à escola?
Agora vamos estudar mais detalhadamente a situação desses jovens que estão na escola. Há inúmeras razões que determinam o grau de freqüência à escola. A Pesquisa de Padrão de Vida (PPV), realizada pelo IBGE, entre março de 1996 e março de 1997, nas regiões metropolitanas do Nordeste e do Sudeste, onde estão concentrados 70% da população, teve como um dos temas apurados a Educação, com destaque para o estudo da freqüência à escola.
Veja alguns dos resultados da pesquisa:
  • 8% das crianças entre 7 e 14 anos, residentes nos domicílios pesquisados, não freqüentam a escola e grande parte alega como causas dessa situação dificuldades financeiras e desinteresse.
  • Entre as crianças de 7 a 9 anos, a renda aparece como o principal motivo (28%) pela não freqüência, seguida por razões ligadas ao sistema educacional (26%, sendo 11% a falta de vagas e 15% a ausência de escola próxima do domicílio) e por desinteresse (9%).
  • Já para a faixa de 10 a 14 anos, o desinteresse é o principal motivo (31%), seguido pela renda (25%). Os problemas relacionados ao sistema educacional respondem por 22%.
  • Na medida em que aumenta a renda familiar, cresce também a taxa de escolarização entre os membros da família.
  • O atual sistema educacional brasileiro tem a seguinte estrutura:
    - Educação Básica - compreende a educação infantil, o ensino fundamental e o ensino médio.
    - Educação Superior - compreende o ensino superior e pós-graduação. Há também a educação profissional nos níveis básico, técnico de nível médio e tecnológico e a educação especial, para estudantes portadores de deficiência física ou mental.
  • Quanto maior o nível de instrução, maiores são as chances de encontrar trabalho. A conclusão é da Pesquisa de Padrão de Vida (PPV), realizada pelo IBGE, entre março de 1996 e março de 1997, nas regiões metropolitanas do Nordeste e do Sudeste, onde estão concentradas 70% da população.
  • Os resultados da PPV mostraram que a taxa de ocupação para quem estuda durante 12 anos ou mais é de 77,62%, contra 44,5%, para os que têm de 1 a 3 anos de estudo.
  • O Brasil gasta, em média, 5,5% do Produto Interno Bruto - PIB em programas de educação, incluindo os gastos públicos e os investimentos privados. Esse valor é alto. Só para se ter idéia, os Estados Unidos destinam 5,3% de seu PIB com educação e a Inglaterra, 5,5%. O problema que o Brasil enfrenta é a distribuição desigual dos recursos nos diferentes níveis de ensino. Aos alunos de nível superior é destinada uma quantidade muito maior de recursos do que para os do ensino fundamental.
Fontes: IBGE e diversos Sites
Webdesigner: Lika Dutra

sábado, 23 de abril de 2011



Nesta Páscoa, desejo a cada "Um" adicionado neste perfil... SABEDORIA para entender de fato o espírito desta data.Vamos sim celebrar o novo, abandonar tudo que é velho e antigo que já não nos atrai e, olhar pra frente com coragem...olhar em volta e, reconhecer que NÃO ESTAMOS SOZINHOS.Nos dedicar a vida com mais entusiasmo, compartilhando com pessoas queridas e que nos querem bem nossas conquistas; e que estas se dêem por ideais muito mais que por perecíveis.Desejo que cada coração seja tocado pelo amor dos que Lhe for importante, e que sua alma esteja leve...aberta a vida e seus encantamentos.Quero mesmo agradecer a Todos que fizeram parte dos meus últimos dias e desejar-lhes somente coisas boas...SAÚDE DE ESPÍRITO, CORAÇÃO LEVE E SORRISO NOS OLHOS!

Boa Páscoa...AMIGOS!!!
Um Abraço Aline Mazetto

domingo, 3 de abril de 2011

Escolas da Zona Leste de SP têm pior índice de metas em educação

  • As escolas da extrema Zona Leste de São Paulo têm as piores médias de desempenho de estudantes da cidade. A diretoria chamada Leste 2, que reúne 90 escolas de bairros como Itaim Paulista, Guaianases, Itaquera, Lajeado, São Miguel e Vila Curuçá, obteve 0,278 no índice de cumprimento de metas estabelecido pela Secretaria de Estado da Educação. A escala do índice vai de 0 a 1.
  • O índice é cerca de metade do que obteve uma área nobre da própria zona leste - bairros como Belém e Tatuapé conseguiram 0,469 - e bem abaixo da pontuação da Norte 2. 
  • Essa última diretoria congrega bairros como Jaçanã, Mandaqui e Tucuruvi, que alcançaram 0,6 - o melhor desempenho de São Paulo. 
  • Os dados mostram que quanto mais periférico é o bairro, mais baixo é o rendimento dos estudantes.
  • O cálculo do índice corresponde à soma de quanto cada uma das 5 mil escolas públicas de todo o Estado cumpriram de sua meta de desempenho (cada colégio tem uma meta específica com base na sua própria realidade), mais o adicional por qualidade, concedido às escolas que superam o que foi estipulado.
  • Segundo o desempenho da escola, professores e demais profissionais da educação recebem bônus. 
  • A bonificação referente aos resultados de 2010 foi paga ontem. 
  • O governo distribuiu R$ 340 milhões a cerca de 190 mil profissionais de 3.778 escolas.
  • Na comparação com o ano passado, porém, o número de escolas que não receberam o bônus triplicou. 
  • Em 2010, 510 colégios (9,9%) ficaram sem a bonificação. Neste ano, foram 1.474 escolas, ou 29,1% da rede pública do Estado. O valor distribuído também caiu pela metade. No ano passado, foram 655 milhões.


  • A queda se deve, principalmente, ao desempenho dos alunos no Sistema de Avaliação do Rendimento Escolar do Estado de São Paulo (Saresp) e à grande rotatividade de professores. 
  • As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Em SP, concurso reprova professor que teve depressão

Professores aprovados no último concurso para a rede estadual de São Paulo estão impedidos de assumir seus cargos por terem tirado, em algum momento de suas carreiras, licenças médicas por motivo de depressão. Por essa razão, devem continuar com contratos temporários. Especialistas afirmam que a decisão é preconceituosa.
O concurso que selecionou docentes para atuar no ciclo 2 do ensino fundamental tem diversas etapas: prova inicial, curso de preparação (que dura cerca de quatro meses), prova pós-curso e diversos exames de perícia médica - fase na qual os professores que tiveram depressão foram "reprovados". Docentes míopes e obesos também foram impedidos de assumir seus cargos nessa mesma seleção.
A psiquiatra da Unifesp Mara Fernandes Maranhão afirma que vetar um docente pelo fato de ele ter tido depressão é preconceito. "Toda pessoa está sujeita a passar por situações difíceis", explica. "Aquelas que têm propensão ou componente genético desenvolvem processos depressivos". Segundo ela, são poucos os quadros realmente curáveis, já que há grande chance de recorrência. "Mas a doença é tratável e, com acompanhamento, o paciente pode voltar a trabalhar normalmente"
Eli Alves da Silva, presidente da Comissão de Direito Trabalhista da OAB-SP, concorda. "Essa pessoas estão sendo discriminadas pelo próprio Estado, que é quem deveria combater esse tipo de coisa". Para o Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp), o governo deve "propor acompanhamento a todos os casos de professores com problemas de saúde e não alijá-los do trabalho". A entidade ressalta que seu departamento jurídico tem ingressado com ações na Justiça para garantir aos professores nessa situação o direito de lecionar. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Saiba a importância de valorizar sua marca Você pode ser lembrado por suas boas características e assim abrir caminho para novas oportunidades

Algumas das características que você nem sabe que tem podem ser o fator principal de sucesso em uma seleção para estágio ou trainee. Imagine se você chegar à etapa final de uma disputa por uma vaga com outro candidato que tem o currículo similar ao seu, mesmas habilidades e um bom desempenho nas fases anteriores. Durante a entrevista decisiva o que será levado em conta para o desempate é a marca pessoal de cada um. No processo mais concorrido do Brasil, que definiu 22 trainees da cervejaria Ambev em 2010, havia 72 mil candidatos inscritos. Esses poucos escolhidos têm mais do que as melhores habilidades, apresentam “brilho nos olhos”, segundo o responsável por essa seleção, Rodrigo Pacca. Não existe uma receita de como formar sua marca pessoal e dessa forma enfrentar melhor a disputa por uma oportunidade. Mas o iG Estágio e Trainee conversou com especialistas no assunto para coletar algumas dicas de como ajudar nessa estratégia que pode ser importante na definição dos rumos de sua carreira. Quem falou sobre o assunto também foi o tenista Gustavo Kuerten, o Guga, considerado um exemplo de marca pessoal de sucesso.

Foto: Divulgação
Trainees da Ambev são selecionados pelo "brilho nos olhos"
O que é uma marca pessoal – Assim como os produtos, você também têm uma marca. Ela é um apanhado de características, hábitos e atitudes lembrados pelas pessoas na hora que pretendem definir como você é. A marca pessoal, também chamada de personal brand, é o que diferencia as pessoas uma das outras, é como elas se destacam. “Desde a roupa que usa, produtos que compra, música que ouve, tudo isso revela uma fotografia sua. Esses rótulos fazem parte de sua vida”, afirma o coordenador de MBA em gestão de marcas da Trevisan Escola de Negócios, Marcos Hiller. Segundo ele, a marca pessoal não é um símbolo e sim uma postura.
Importância de uma marca positiva – Não há o certo ou errado nas marcas pessoais, mas algumas estão mais próximas do que as empresas definem como ideais para uma determinada oportunidade profissional. Seja para conseguir a vaga ou uma promoção, a imagem que você deixa nas pessoas será usada para influenciar essa escolha. De acordo com Antonio Carlos Kronemberg, professor de marketing e coordenador de pós-graduação do Instituto Brasileiro de Mercado de Capitais do Rio de Janeiro (Ibmec-RJ), uma pessoa é contratada pelo QI, quociente de inteligência, e demitida ou promovida pelo QE, quociente emocional, ou seja pela imagem que se tem dela. “Pesquisas mostram que 70% das demissões levam em conta a postura comportamental e não questões técnicas”, diz. Portanto, um profissional pode nem ligar para o que os seus colegas pensam dele, mas isso pode ser fundamental em seu futuro na empresa.
A hora de pensar em sua marca – Quem primeiro falou em estratégia para sua marca pessoal, ou personal branding, foi o especialista americano em gestão Tom Peters no final dos anos 90. De lá para cá, essa questão já virou treinamento, curso, livros e até disciplina de MBA. O que se sabe é que sua marca é definida durante toda sua vida. Lembre da imagem que você tem de seus colegas de colégio e estará lembrando da marca deles. Pense agora qual imagem que você gostaria que seus atuais colegas de empresa, ou de faculdade, além de professores e chefes, tenham de você daqui a cinco ou dez anos. Para que seja uma imagem positiva que possa ser útil no futuro para uma indicação profissional, vale a pena estabelecer uma estratégia a partir de agora.