sábado, 21 de setembro de 2013

Trabalhando possibilidades_à partir do interesse apresentado em sala de aula hoje no 3ºA

Comunicação Social – Jornalismo
Profissional tem de ser curioso e ter uma postura crítica 
 
O mercado de trabalho é bastante disputado, e os órgãos de imprensa estão com suas equipes de jornalistas cada vez mais “enxutas”, mas ainda há boas oportunidades. Os alunos da UNESP costumam ser bem-avaliados pelo mercado, e muitos conseguem boas colocações nas principais empresas de comunicação brasileiras. Geralmente, começam a carreira no Interior e, depois, vão para as capitais, podendo assumir, com o tempo, cargos de chefia.

A maior fatia do mercado, hoje, está nas empresas de assessoria de comunicação, que é o setor que mais cresce. Apesar dessa ampliação de vagas, no entanto, as empresas não têm contratado no regime tradicional de carteira assinada. Há muitos jornalistas trabalhando como freelancers, isto é, prestando serviços sem vínculo empregatício.

É desejável que o profissional de imprensa tenha algumas características pessoais específicas, como ser comunicativo e curioso. Mas a principal delas é ter interesse pelo que é público, por aquilo que o leitor ou o ouvinte querem saber. O jornalista precisa ir além do que é de seu interesse privado, pois a maior parte do seu trabalho será informar a sociedade sobre temas do interesse dela.

O hábito da leitura é importante. E os bons autores ensinam muito: noção de ritmo, de como prender a atenção do leitor e o poder de concisão, por exemplo. O espaço para notícias costuma ser pequeno, seja na imprensa escrita, na TV ou na Internet.
Manter uma postura crítica em relação à informação é uma atitude fundamental para que o jornalista desempenhe bem sua função. E essa é uma qualidade que se adquire com uma boa formação, mas também com boas leituras, com cursos de especialização e com a constante atualização dos conhecimentos apreendidos na graduação.

Além das ocupações tradicionais – em redações de revistas ou jornais, em emissoras de TV, em rádios ou assessorias –, o jornalista pode, ele mesmo, abrir sua empresa. É uma tendência muito observada entre os recém-formados. Trata-se de uma fatia de mercado que tem se mostrado muito promissora.
na UNESP
Jornais-laboratório trazem para aluno vivência da profissão
O curso de Comunicação Social – Jornalismo, oferecido na Faculdade de Arquitetura, Artes e Comunicação (Faac) da UNESP, câmpus de Bauru, é considerado um dos melhores do País. O corpo docente é quase exclusivamente composto por doutores (90%), todos eles em regime de dedicação exclusiva, com larga experiência profissional.

O curso foi totalmente reformulado no segundo semestre de 2004. A partir de um estudo aprofundado da grade curricular das melhores universidades brasileiras, foi criada uma nova estrutura. Entre as mudanças implementadas, está a reunião, em semestres subsequentes, dos cursos de teoria e prática dos diferentes meios de comunicação (impresso, rádio e TV, on-line, assessoria de imprensa).

Além das aulas teóricas, o curso oferece aos alunos a oportunidade de colocar em prática o que aprenderam no jornal-laboratório Contexto, nas reportagens semanais do jornal Extra!, na revista-laboratório Ciência no Câmpus, na rádio digital Rádio Unesp Virtual (www.radiovirtual.unesp.br), na qual os alunos começam a trabalhar desde o primeiro semestre, ou na TV, pela Internet (www.faac.unesp.br/audiovisual/webtv), entre outros produtos editados pelos alunos.

Os estudantes têm, também, aulas nos Laboratórios de TV, Rádio e Editoração Eletrônica. No final do curso, devem fazer uma monografia sobre jornalismo ou apresentar um projeto experimental, que pode ser uma reportagem de jornal, TV ou rádio, um documentário ou vídeo, uma revista ou um suplemento especial.
 

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